Sobre o amor – ame além do apego, do hábito e do medo da solidão

Sobre o amor – a felicidade reside em minha vida porque eu te amo sem alterar e sem ser alterado. Feliz eu sou porque te amo como as estrelas no céu, eu sei que não são minhas, mas dão luz à minha vida. E alegre eu sou porque estar ao teu lado é mais do que apego, hábito ou medo da solidão… é amor. Mas não apenas um amor, é aquele amor que tudo crê, espera, suporta. Aquele amor paciente, bondoso, sem orgulho. Aquele amor que não maltrata, que não procura apenas os meus interesses, e muito menos guarda rancor. E, por isso, contente eu sou.

E aí está o que eu entendo sobre o amor e o que eu desejo atrair em um próximo e definitivo romance. Uma relação onde não existe dependência. Onde ambos os parceiros saibam respeitar a individualidade um do outro. Onde a união é baseada no amor e não nos hábitos enraizados. Onde um se interessa pelo crescimento pessoal e profissional do outro sem temer a perda. Isso é amor! Talvez utopia para muitos, mas uma excitante realidade para poucos.

O meu intuito com esse artigo é falar sobre o amor e dar dicas para aqueles que ainda não fazem parte dessa minoria. Aproveite o conteúdo!

Amor ou apego?

sobre o amor

Muitas vezes nos é vendido uma imagem do amor muito doentia. Sabe aquela relação destrutiva do tudo ou nada? Onde as pessoas se completam até virarem uma só? Onde só é amor se ambos estão respirando o mesmo ar? Onde o amor do outro é tido como uma fonte para curar os medos, a solidão, a própria tristeza?

Pode parecer absurdo, mas é difícil que os parceiros percebam que estão vivendo não uma relação amorosa, mas sim de dependência. E não adianta aconselhar tais pessoas, pois estão cegas por um amor doente que pode sim trazer uma felicidade enganosa a curto prazo. Mas o problema reside no longo prazo, onde a dependência se torna tão grande que não existe mais o sentimento de um só, e sim aquela sensação de busca da liberdade.

Relações amorosas baseadas no simples apego fazem desaparecer todas as características da nossa personalidade. Nossa autoestima, o que pensamos sobre nós mesmos, tudo isso se modifica para nos adequarmos ao padrão de uma relação dependente. Já não conseguimos ficar sozinhos. Pior, quando o outro que se ausenta bate uma insegurança, o medo do abandono, e assim surge a necessidade de controlar todos os passos do parceiro. Quer saber mais sobre o medo do abandono? Se você se encontra assim clique aqui e aprenda como melhorar o relacionamento.

Dito tudo isso, não se engane, afinal amar não é ter uma paixão sem limites pelo outro, não é ter o outro como o centro da nossa vida, não é controlar, ter um sentimento de posse. Não, isso não é amor, isso é apego.

Amor ou hábito?

sobre o amor e hábito

Muitos casais acabam justificando seus hábitos em conjunto como uma forma de amor. Pelos costumes enraizados na relação cria-se a ideia de dependência. Pelos costumes você diz que ama. Pelos costumes você sente falta. Será se seria errado dizer que atualmente os casos de traição estão tão absurdamente altos em razão disso?

Um hábito é apenas um hábito. Não é amor. Em uma relação desse tipo não existe paixão entre os parceiros. Não existe sequer uma felicidade plena na companhia um do outro. Quando a relação é desfeita e bate aquela saudade e ambos reatam – que triste realidade. Afinal, saudade é o que te faz voltar pelo hábito. Amor é aquilo que impulsiona o relacionamento a não se manter apenas pelos hábitos.

Amor ou medo da solidão?

sobre o a amor e a solidão

Em algum momento da sua vida no seu relacionamento você já teve o pensamento de que a relação não estava trazendo felicidade? Mas, de repente, não veio à tona vários momentos vividos com seu parceiro ou parceira? Esse é o meio de defesa para aquele medo avassalador da solidão.

Por exemplo, você pensa em terminar a relação, mas vem o pensamento “ele esteve comigo nos momentos ruins”; “ela estava presente e me apoiou em tantas situações; “nas minhas indecisões ele me compreendeu”. Enfim, vários são os pensamentos que remontam aos acontecimentos passados para inibir o incomodo da situação presente. Mais parece um sentimento de dívida do que qualquer outra coisa.

A verdade é que muitos preferem más companhias do que ter uma vida sozinha. Ficar só sempre foi um terrível monstro temido pela maioria das pessoas. Amedronta tanto que é um castigo máximo dentro das prisões. O que muitos não entendem é que existe uma grande diferença entre a solidão e o estar sozinho. Clique aqui e entenda a diferença.

Sobre o amor…

Por fim, fica claro que amar é mais do que apego, hábito ou medo da solidão. Amar é realmente estar com o outro sem esperar nada em troca. É aceitar viver com alguém para dividir sonhos, conquistas, uma vida, mas sem jamais se esquecer de quem realmente é. Enfim, amar é compreender a individualidade de cada um e mesmo assim optar por ter uma vida a dois.

Espero que esse artigo tenha feito uma diferença na sua vida. Ficarei muito feliz em ler um comentário seu a respeito da leitura. Vamos lá! Deslize essa tela para baixo e deixe seu comentário mais abaixo! Será um prazer saber a sua opinião.

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8 Comentários

  1. Cristina

    Como sempre ótimo texto! E o mesmo nos faz refletir e analisar se realmente estamos vivendo um amor. Muito obrigada.

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  2. Cris Karolski

    Magnífico, como sempre! Agradeço a honra de receber esses textos! Que Deus continue e iluminar e abrilhantar sua vida para que vc ajude a tantas pessoas a viver melhor e principalmente se auto conhecer! Gratidão!

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