Sincericídio – o mal da sinceridade em excesso

Você sabe a diferença entre sinceridade e sincericídio? Todos podemos concordar que a sinceridade é uma qualidade incontestável – inclusive, muitas pessoas não possuem essa característica. Todavia, você deve conhecer pessoas que são sinceras em excesso e assim sempre causam algum dano em outras pessoas. É o típico caso do sincericídio – algo que não está baseado em opiniões construtivas, mas sim em causar sofrimento, seja intencional ou não.

Por meio desse estudo quero te levar a ter uma ideia do quanto o excesso de sinceridade pode ser prejudicial para suas relações familiares, profissionais e sociais. Aproveite o conteúdo!

Sincericídio e o dano irreversível

sincericídio

O sincericídio é um neologismo criado da junção da palavra sinceridade com suicídio. Ou seja, logo se percebe que é um ato que causa dor, sofrimento, uma atitude que irá ferir a si próprio e também outras pessoas. Excesso de sinceridade sempre resulta em algum dano moral ou psicológico. Por exemplo, o marido que diz que a esposa está gorda; aquela pessoa que diz que o outro se veste mal; que está com um cheiro ruim. Enfim, são várias as possibilidades de ferir alguém com um excesso de sinceridade.

Existe uma frase que diz “o homem morre não pelo que entra em sua boca, mas pelo que sai dela”. É justamente o caso do sincericídio. Afinal, podemos matar sonhos, estimas, valores de outras pessoas com comentários imbecis. Não são raros os exemplos de pais que destroem a autoestima dos seus filhos, de professores que rebaixam seus alunos que têm dificuldade de aprendizado, dos maridos e mulheres que apontam os descuidos uns dos outros, dos líderes que desmotivam suas equipes com comentários baixos.

Sinceridade não é dizer tudo aquilo que pensamos, mas sim não dizer nada contrário ao que pensamos. Por exemplo, é notório quando alguém está com excesso de peso, mas até que ponto um comentário nesse sentido será benéfico? Precisamos mesmo falar aquilo que o outro já tem consciência? A falta de sinceridade é dizer que não há excesso, é falar algo apenas para satisfazer o outro. Agora tecer comentários que irão ferir o outro é agir com excesso de sinceridade (sincericídio).

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Quando o sincericídio é contra si próprio

sincericídio contra si próprio

Esse é um dos mais perigosos casos de sincericídio. Quase sempre o indivíduo em particular não percebe que está tendo esse tipo de atitude. Muitas vezes tendemos a ser sinceros em excesso ao contar erros do passado para outros como uma forma de buscar aceitação. A escritora Kate Holden (autora de livros como “Na minha pele” e “Noites italianas”) teve no passado o envolvimento com drogas e também com a prostituição.

Em um momento da sua vida ela resolveu mudar de país e também de atitudes. Se mudou para a Itália procurando um recomeço e a oportunidade de fazer tudo diferente. Contudo, sempre que um homem se aproximava dela, ao invés dela contar sobre suas excelentes qualidades do presente, preferia falar sobre seu passado sombrio. Era um típico caso de sincericídio. Na busca de ser a mais sincera possível e também procurando uma aceitação ela danificava a si própria.

Inconscientemente nós podemos ser nossos piores inimigos. Todos possuímos erros e acertos e, muitas vezes aqueles que cometeram os maiores erros são os que mais aprenderam com a vida. Portanto, que sejamos amáveis e respeitosos com todas as pessoas e com tudo aquilo que somos. A melhor maneira de viver feliz e em paz é aceitar o melhor nos outros e em nós mesmos, sempre guiados pelo carinho, amor, simpatia, respeito. É esse o melhor jeito de afastar o nefasto hábito de colocar tudo a perder com excesso de sinceridade.

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A fatalidade…

Portanto, fica evidente com a leitura desse artigo que a sinceridade em excesso pode ser algo fatal. Não confunda ser sincero com ser imprudente, mal educado e desrespeito. Mas também não caia no erro de achar que ser mentiroso é o correto em determinadas situações. A sinceridade sempre será uma qualidade irrefutável e só presente naquelas pessoas que têm uma índole admirável.

Antes de me despedir gostaria de deixar a seguinte mensagem do Oscar Wilde: “pouca sinceridade é uma coisa perigosa, e muita sinceridade é absolutamente fatal.”

Espero que esse artigo tenha feito uma diferença na sua vida. Ficarei muito feliz em ler um comentário seu a respeito da leitura. Vamos lá! Deslize essa tela para baixo e deixe seu comentário mais abaixo! Será um prazer saber a sua opinião.

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2 Comentários

  1. andreanjoo@hotmail.com

    Olá!
    Boa noite…
    Tudo bem com você caríssimo, Douglas Teixeira?
    Após ler esse enriquecimento para nosso aprendizado intectual, esse artigo tornar-se uma ponte para uma qualidade de envolvimento em nossas relações interpessoais.
    Sem dúvidas, vai para o ranking de um dos melhores e excelentes artigos, já publicados.
    Que em nossos esforços, estejam sempre a sombra, da conspiração universal, a nosso favor!
    Sucesso sempre!
    Grande abraço, de seu seguidor e amigo.
    André Anjos

    Responder
    1. Douglas Teixeira

      Boa tarde, meu querido amigo André Anjos. Fico muito feliz por esse conteúdo ter sido tão aceito por ti. Obrigado pelos elogios. Grande abraço.

      Responder

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