Independência ou morte – não morra em vida!

Não, não irei falar propriamente sobre a independência do Brasil ou relatar o contexto histórico de como foi esse grito de liberdade. O que eu quero abordar aqui nesse momento é um grito a ser dado hoje. Um grito tão importante como aquele do Dom Pedro I em 7 de setembro de 1822.

Provavelmente você deve estar se perguntando de qual grito estou falando que é tão importante quanto o do Dom Pedro. O grito que estou falando é o seu grito de independência. Sim, exatamente isso! Não precisa voltar a leitura – é do seu próprio grito que vamos tratar aqui hoje.

independência

Sabe, muitas pessoas vivem de acordo com os sonhos que os pais escolheram. Tantas outras de acordo com as vontades do seu marido ou da sua mulher. Ah, não se engane, existe aquele grupo que também vive de acordo com as vontades dos filhos. Mas o que dizer daqueles indivíduos que vivem de acordo com o que a sociedade deseja? Alguns até gastam o dinheiro que não possuem para comprar o que não precisam para impressionar pessoas que não gostam. Fala sério! Isso requer urgentemente um grito de independência não é mesmo? Afinal, é até aceitável (ou não) viver preso as vontades de quem amamos, mas ficar a mercê de quem não gostamos é talvez um cárcere doentio.

Mas enfim, por mais que todos nós tenhamos nascido após a Independência do Brasil, muitos de nós não trouxemos essa independência para nossas próprias vidas. Infelizmente, a maioria só se atenta para questões dessa natureza quando estão próximas do fim de suas vidas. Você sabe quais são os maiores arrependimentos da maioria das pessoas no leito de morte?

1. Coragem de viver a vida que queria

Um dos maiores arrependimentos é justamente o de viver a vida que os outros desejavam e não propriamente a que gostaria. É muito comum no leito de morte algumas pessoas olharem para o passado e notarem o quanto deixaram de realizar seus sonhos por viverem presas aos desejos dos outros.

2. Ousadia em expressar os sentimentos

Outro remorso muito comum é o de suprimir seus sentimentos para viver em paz com outras pessoas. O resultado é a vivência de relacionamentos medíocres que só tendem a trazer amarguras e frustrações.

3.  A permissão para ser verdadeiramente feliz

Talvez o que mais tenha me causado surpresa. Afinal, como assim a permissão para ser feliz. A verdade é que muitas pessoas não percebem que a felicidade é uma escolha. Muitos ficam presos em hábitos, rotinas, padrões e não procuram fazer o que verdadeiramente os deixariam mais felizes. Talvez o que mais ameace a escolha por ser feliz é o medo da mudança. Muitos aceitam viver de determinada maneira mesmo que não esteja trazendo mais aquela felicidade e os risos bobos de outrora. Quer saber mais sobre como mudar? Clique aqui.

Dê o seu grito de independência

grito de independência

Agora que estamos nesse momento do artigo eu te pergunto: é um grito importante a ser dado o da sua independência? Espero que a resposta seja sim. Afinal, é somente dessa maneira que você realmente estará nesse mundo para deixar a sua presença.

Não é à toa que estou te dizendo isso. Por muito tempo eu fui mais um desses que estava caminhando para ter esses mesmos tipos de arrependimentos. Sim, eu não vivia de acordo com as minhas verdadeiras vontades. Eu não costumava demonstrar meus verdadeiros sentimentos. E sim, numa junção de muitos fatores até a minha felicidade sempre era deixada em um segundo plano.

Por isso eu te digo por experiência própria: a vida só faz sentido quando encontramos o nosso verdadeiro amor dentro de nós. Sim, é somente quando reconhecemos que a pessoa mais importante de nossas vidas somos nós mesmos é que passamos a viver dando uma atenção maior aos nossos desejos e sonhos. Isso não é ser egoísta, mas sim reconhecer que quem vive para agradar a todos acaba sempre desagradando a si próprio.

Dê o seu grito – não importa a idade, apenas grite. O Dom Pedro I com 24 anos estava gritando a independência de uma nação. Curiosamente foi aos meus 24 anos que dei também o meu grito. Me lembro até hoje do exato dia em que tranquei minha matrícula em um curso de Direito em uma Universidade Estadual e passei e viver de acordo com o que eu realmente queria. Dê o seu grito hoje! Grite! Apenas grite! Não viva uma vida medíocre! Benjamin Disraeli já dizia que a vida é muito curta para ser pequena. E uma vida pequena é aquela que vivemos antes do nosso grito de independência. Quer um auxílio que te guie até esse grito? Clique aqui e escolha sua vida!

Espero que esse artigo tenha feito uma diferença na sua vida. Ficarei muito feliz em ler um comentário seu a respeito da leitura. Vamos lá! Deslize essa tela para baixo e deixe seu comentário mais abaixo! Será um prazer saber a sua opinião.

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1 comentário

  1. Irenir

    Seus conteúdos realmente são de excelente qualidade Douglas, Parabéns e sucesso sempre.
    Grande abraço.

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